Os seus lábios-mundo me despertam à uma nova idéia. Teu sorriso, um bem, me suspende a alma. Repleto comtemplo um tempo onde temos tudo que nem se quer queremos ter de cuidar. Seu sorriso-lua me parece uma nova era. Vida em outro planeta. E o teu beijo-música me prede a um novo ar. A meu redor vejo o dia se transformar. Teu jeito-coração me deixa a ponto de transbordar. E leva o medo pra passear. Seu olhar-céu me traz sonhos-algodão. Não se limita ao chão quando simplesmente pode voar. Abraço apertado que me dá euforia de criança. Meu cobertor. Um sonho bom onde não se precisa acordar. A trilha sonora perfeita. Uma vida feliz. Carinho-brigadeiro até cansar. Inverno quente pra fazer verão. Verão todos, quem quiser. Eu-amanhecer crepúsculo abrigo-amor. sábado, 19 de julho de 2008
Meu cobertor
Os seus lábios-mundo me despertam à uma nova idéia. Teu sorriso, um bem, me suspende a alma. Repleto comtemplo um tempo onde temos tudo que nem se quer queremos ter de cuidar. Seu sorriso-lua me parece uma nova era. Vida em outro planeta. E o teu beijo-música me prede a um novo ar. A meu redor vejo o dia se transformar. Teu jeito-coração me deixa a ponto de transbordar. E leva o medo pra passear. Seu olhar-céu me traz sonhos-algodão. Não se limita ao chão quando simplesmente pode voar. Abraço apertado que me dá euforia de criança. Meu cobertor. Um sonho bom onde não se precisa acordar. A trilha sonora perfeita. Uma vida feliz. Carinho-brigadeiro até cansar. Inverno quente pra fazer verão. Verão todos, quem quiser. Eu-amanhecer crepúsculo abrigo-amor.
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Marcelo Melo
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sexta-feira, 18 de julho de 2008
Descentralizado
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Marcelo Melo
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quinta-feira, 10 de julho de 2008
Estância
Entre as compilações de um dia fértil se confundem as vontades e os gestos. Quem aqui nunca esteve tão perdido a ponto de se entregar?! E o que sinto certamente não foi feito pra explicar. Então vou vivendo a vida assim; de um lado a expectativa sobre o que virá; de outro uma vontade de apenas ser o que sempre fui até que esteja bem comigo mesmo. Não é falsidade quando se tenta até cansar. É a complexidade de uma mente sã, de pensamentos que se desvirtuam sem porquê, de um sonho imaculado que se desmancha por não saber torna-se realidade. Como uma cidade em movimento. De concreto só o cimento. Um consentimento a espera de não sei o quê. Se sou bem ou se sou mal, não sei. Quem me julga, e eu sei bem, nunca terá esse direito, nunca terá esse poder. Estamos todos soltos neste mundo, por vezes tão sujo, por vezes tão belo, rezando baixo. Viemos aqui para aprender. Só não sabemos o quê.
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sexta-feira, 4 de julho de 2008
Brinde ao novo
Enquanto ela se acha atirada, a espontaneidade soa pra mim como um aspecto importantíssimo. No seu dóssil andar uma vida inteira pela frente, e logo ali no segundo andar um mundo novo parece se apresentar. Não é preciso subir para estar no alto, nem é preciso temer para estar assim. Só é preciso acontecer de encontrar alguem que goste sem medo. Sem medo do que os dias, sempre tão tão confusos e corridos, podem trazer. A precisão que isso alcança nunca ultrapassa você. E o que é subjetivo começa tomar forma e se concretizar. E parar pra ver no céu o crespusculo do entardecer lembra sempre que exsitir é bem diferente de viver.
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terça-feira, 1 de julho de 2008
Levanta
Reconhecer no íntimo a essência da esperança é entender que pra tudo sempre há um novo meio, uma nova forma, uma nova visão. É questão de perspectiva cada gesto de resposta. E fazer da queda um passo de dança, ser sorriso sempre enquanto o dentro chora, revela um lado que as vezes até da vergonha. Mas os humanos são assim.
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Marcelo Melo
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