segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Jardim

Sinto a chuva chegar e o vento que antecede a queda d’água leva meu pensamento longe. De repente tudo que era mal estava disperso. Lembro de alguém dizer que sonhar não custa nada, e que vamos longe assim. Mas onde se chega sonhando tanto? Uma inquietação, no momento, tem sido minha resposta. Por ainda não ter encontrado lugar algum. Vejo as pessoas tão presas ao trabalho e a um cotidiano que não deveria existir. Tão presas que deslocam sentidos, desviam valores. Estamos todos presos e acostumados com isso que nem percebemos a gravdidade que alcançou. Isso já está fincado em nossas raízes. E é claro, agora, que para mudar tudo ao redor é preciso antes mudar o que está dentro. Não sei que canção devo usar. Mas tenho me sentido bem. Tento me desligar, não me apegar ao que não tem valor de verdade. Qual é o caminho vou seguir? Esse mesmo que eu não sei, e nem faço idéia de onde veio ou como chegou. Mas é o meu traçado. É o que tenho vivido, o que tem-se feito vida. E eu preciso viver.

- "Um dia eu viro vulcão, despejo lava em erupção, e recrio a vida ao meu redor" .:monovida:.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

E até sangrei sozinho, entenda.

"Quando descobri que é sempre só você que me entende do início ao fim. Que é só você que tem a cura do meu vício de insistir nessa saudade que eu sinto de tudo que eu ainda não vi".

- Russo, Renato.