segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Possibilidades reais
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Marcelo Melo
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Poeminha
Um poema não se vende, não se perde, não se pode refazer. Um poema só se sente quando chora sem por que. Um poema sai de dentro, não se acha por aí. Um poema quando dobra fazem marcas em você. Um poema não são dois, embora possa parecer. Um poema junta dois e nem por isso ele é três. Um poema redigido com carinho e atenção. Um poema faz sentido se ele sai do coração. Um poema não é tudo, mas consegue descrever que o dia é mais bonito quando há alguém pra ler.
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12:38
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Passa
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Marcelo Melo
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Feliceria
Felicidade é respirar sem muita pressa. Deixar contente quem não se alegra. Ver em todos os problemas um lado bom. Perceber com os amigos uma solução. Dar risadas descomprometidas, esquecer as regras da vida e dançar até o sol nascer. Felicidade é ter tudo isso com você. Celebrar cada dia como se fosse o último. Fazer do mundo um bom lugar para cantarolar. Ter de tudo um pouco, e fazer do pouco muito. Ser o teu abrigo e teu presente. Ser o teu ouvido e teu futuro. Ser teu marido e seu destino, companheiro de velhice. Ser a tua arte, será isso então a felicidade? Ser o pai dos teus filhos. Ter o seu sorriso é ter a vida em liberdade. Com o seu carinho descobri o impossível; definir felicidade. A imprevisibilidade é a única certeza da vida, o que não traz calma e me torna uma simples metade. Não imagino a vida sem você. Porquê?
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Marcelo Melo
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terça-feira, 22 de janeiro de 2008
A carne
O bilhete é para entender a existência de um nobre rapaz e sua tara fria e crua em frente a tv. Traz uma puta sem cliente, velha e desobediente, que eu faço um buraco na parede e guardo a chave pra você. A maquiagem agente faz como a palidez do inverno, pra contrastar o sol quente do verão. Como no dia em que inventaram a solidão. Seremos os contrários e daremos nossa opinião. Se não te levarem a sério, eu te empurro do prédio e colocamos a culpa na noite bonita. Aquela que de tão bela implorava companhia, e surrava a alma jovem na abstinência atormentada de um sexo não vivido. Das narrações inocentes dos amigos, que excitados descreviam as cenas proibidas de um filme de domingo. Pra perceber quando foi que o amor se tornou algo tão pequeno e o sexo maioria. Tudo vem sendo posto, intitulado, como um prazer natural em grande harmonia. Foi assim que o sentimento ficou pra trás, e a carne se tornou o cerne de uma mente santa. E o que era tosco e safado pode enfim se confundir com esperança. A mente do menino-homem, masculino e tarado, eram só pensamentos de criança.
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
A partir de já
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Marcelo Melo
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quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Dia após dia
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terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Capotamento, acidente - perda total
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Marcelo Melo
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Sobre o fim um início desponta coragem
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Marcelo Melo
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