"Às vezes acredito em mim, mas às vezes não. Às vezes tiro o meu destino da minha mão. Talvez eu corte o cabelo, talvez eu fique feliz. Talvez eu perca a cabeça, talvez esqueça e cresça sem você. Talvez precise de colchão, talvez baste o chão. Talvez no vigésimo andar, talvez no porão. Talvez eu mate o que fui, talvez imite o que sou. Talvez eu tema o que vem, talvez te ame ainda sem você".
- Arnaldo Antunes.
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