quarta-feira, 23 de junho de 2010
Erro
Postado por
Marcelo Melo
às
00:55
0
comentários
Maré
Postado por
Marcelo Melo
às
00:54
0
comentários
sábado, 29 de maio de 2010
Convênio
O sono faz pensar no quanto eu ri Ao te ouvir celebrar tudo o que eu fiz Isso te faz pedir por mais, pedir por mais Bem, no mais eles são iguais a mim O sono faz pensar no quanto eu ri Nos traga inverno ou outono - violins
Pra chegar aqui
É preciso um pouco de vinho
Ao ouvir o som do ar batendo em meus vidros
Tão vis, tão bem articulados
Pra fazer você rir, então ria
Então venha mas venha em paz
Que eu não quero mais pedir...
Ao te ouvir reclamar de tudo que eu fiz
Pra chegar aqui
E isso te faz andar pra trás
Andar pra trás...
Tanto faz
É no verão que chove mais aqui.
Postado por
Marcelo Melo
às
03:19
0
comentários
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Indiferença
Perdi a hora, lamento Se o começo é o fim Não vá. Me dê mais um tempo Do que é ruim eu me esqueço coloniaisdeacaju;moveis.
Se tudo pode ser melhor
Ainda dá tempo
No tempo certo vou chegar
Sem pressa, sem despertador
A vida é nova
Novo é o lugar
Que a boa hora traz
Nesse incompleto vem e vai
Não faz mais diferença
Se tudo está por um triz
Não faz mais diferença
Se isso é bom ou ruim
Não faz mais diferença
Nem sempre alegre e feliz
Mas faz, faz diferença
Deixei pro fim o que é melhor
Se for, eu entendo
Só vim aqui para agradecer
O que a gente dividiu
A vida é boa
Bom é o lugar
Que a nova hora traz
Nesse incompleto vem e vai
O bom eu quero mais
Na tristeza eu quero avesso
Agora quero paz
Saiba que todo fim
É um recomeço
Pra nossa vida quero amor
O resto eu desconheço
Postado por
Marcelo Melo
às
20:34
0
comentários
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Eu sou um número
o sonho
Postado por
Marcelo Melo
às
20:56
1 comentários
sábado, 24 de abril de 2010
Behold
I've faced the fathoms in your deep And the night mare rides on, and the night mare rides on All you have to do is run away So may you come with your own knives I can't go on, digging roses from you grave And the night mare rides on, and the night mare rides on I've faced the fathoms in your deep smashingpumpkins
Withstood the suitors quiet siege
Pulled down the heavens just to please you
Appease you
The wind blows and I know
I can't go on, digging roses from you grave
To linger on, beyond the beyond
Where the willows weep
And whirlpools sleep, you'll find me
The coarse tide reflects sky
With a december black psalm
And the night mare rides on
What i fear is lost here
The wind blows and I know
And steal yourself from me
Become a mystery to gaze into
You're so cruel in all you do
But still I believe, I believe in you
You'll never take me alive
With all the force of what is true
Is there nothing I can do?
To linger on, beyond the beyond
Where the willows weep
And whirlpools sleep, you'll find me
With a december black psalm
And the night mare rides on
Withstood the suitors quiet siege
Pulled down the heavens just to please you
To hold the flower I can't keep
Postado por
Marcelo Melo
às
04:06
0
comentários
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Adeus
Quando eu vivo esse encontro, Abandono o que é pronto E toda vez que vier E toda vez que vier moveiscoloniaisdeacaju
Eu digo adeus
Refaço os meus planos
Pra rimar com os seus
E digo adeus
Eu trago os meus sonhos
Pra somar aos seus
Felicidade vai trazer
A cada vez que quiser
Basta a gente querer
Ser desta vez a melhor
Felicidade a mais
A cada vez que quiser
Basta a gente dizer
Só uma vez
Uma só voz
Postado por
Marcelo Melo
às
21:52
0
comentários
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Já
Postado por
Marcelo Melo
às
20:36
0
comentários
sexta-feira, 26 de março de 2010
Tocando em frente
Ando devagar porque já tive pressa. Levo esse sorriso porque já chorei demais. Hoje me sinto mais forte, mais feliz, quem sabe? Só levo a certeza de que muito pouco eu sei. Eu nada sei. Conhecer as manhas e as manhãs, o sabor das massas e das maçãs. É preciso amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir. Penso que cumprir a vida seja simplesmente compreender a marcha e ir tocando em frente. Como um velho boiadeiro levando a boiada, eu vou tocando os dias pela longa estrada, eu vou. Estrada eu sou. Todo mundo ama um dia. Todo mundo chora. Um dia a gente chega e no outro vai embora. Cada um de nós compõe a sua história. Cada ser em si carrega o dom de ser capaz de ser feliz. É preciso amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir. - Almir Sater e Renato Teixeira
Postado por
Marcelo Melo
às
16:34
1 comentários
segunda-feira, 8 de março de 2010
Corre o tempo contra nós
Então me abraça forte, e diz mais uma
Postado por
Marcelo Melo
às
00:19
0
comentários
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Ser digital
Bicha loka dos tempos modernos ao telefone. Criação de Thiago Maroca para concurso da empresa Claro. O tema? Ser digital.
Postado por
Marcelo Melo
às
15:39
0
comentários
Marcadores: thiago maroca blogspot marcelo melo
Tempo
Postado por
Marcelo Melo
às
02:08
0
comentários
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Hora de dormir
Postado por
Marcelo Melo
às
02:08
0
comentários
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Trova
No céu azul nuvens nuas
No teu olhar céus febris
Passos maiores que as ruas
Canções que eu nunca fiz
Tu pisavas distraída
por entre os carros sem dor
andando pela avenida
como se andasse num andor
Pra onde fores eu vou
Aonde flores eu fujo
Te dou meu poema sujo
que eu não sei fazer toada
Menos que se quer é tudo
Tudo que se tem é nada
Baleiro, Zeca.
Postado por
Marcelo Melo
às
14:02
0
comentários
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Guardado pra você
O que há dentro do meu coração E a tua história, eu não sei Djavan
Eu tenho guardado pra te dar
E todas as horas que o tempo
Tem pra me conceder
São tuas até morrer
Mas me diga só o que for bom
Um amor tão puro que ainda nem sabe
A força que tem
é teu e de mais ninguém
Postado por
Marcelo Melo
às
12:16
1 comentários
Teatro dos Vamipros
Sempre precisei E nesses dias tão estranhos Voltamos a viver Vamos lá, tudo bem! Já entregamos o alvo Quando me vi Eu não esqueço trechos de "teatros dos Vampiros" - Legião Urbana/Renato Russo
De um pouco de atenção
Acho que não sei quem sou
Só sei do que não gosto...
Fica a poeira
Se escondendo pelos cantos
Esse é o nosso mundo
O que é demais
Nunca é o bastante
E a primeira vez
É sempre a última chance
Ninguém vê onde chegamos
Os assassinos estão livres
Nós não estamos...
Como há dez anos atrás
E a cada hora que passa
Envelhecemos dez semanas...
Eu só quero me divertir
Esquecer dessa noite
Ter um lugar legal prá ir...
E a artilharia
Comparamos nossas vidas
E esperamos que um dia
Nossas vidas
Possam se encontrar...
Tendo de viver
Comigo apenas
E com o mundo
Você me veio
Como um sonho bom
E me assustei
Não sou perfeito...
A riqueza que nós temos
Ninguém consegue perceber
E de pensar nisso tudo
Eu, homem feito
Tive medo
E não consegui dormir...
Postado por
Marcelo Melo
às
12:08
0
comentários
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Eu sou uma queda livre
De onde nasci, passava um rio, davam-se as mãos, e a vida passava, quieta.
Construi prédios para lembrar a infância e todos os sonhos que almejava.
E lá, sob o concreto cinza, mas perto do céu, é que pude sentir a brisa aterrorizante
da queda.
Postado por
Marcelo Melo
às
15:29
0
comentários
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
bussola
Leva-se muito tempo para enteder o quanto a vida é breve. E em muito pouco se entede que o tempo passou. A exatidão de cada por do sol se limita à compreensão de que somos apenas ar. E na solidão desse universo tão cheio dá-se um suspiro infinito. Sonhos como metas reais. Desejos de mentira e superficiais. Pra onde iremos daqui? pra nenhum lugar. É dentro de cada um que se faz o mundo. Não importa mais a direção. A bussola é o coração.
Postado por
Marcelo Melo
às
20:43
0
comentários