É a minha vida o labirinto em que me perco. Não há a vistas para o mar, nem mesmo janelas para vistas apreciar. Sou o calor que derrete o corpo, aquele que não encontra água para se refrescar. Mas por dentro gélido me converso, conservo, sem coração ou vontade de amar. Está tudo escuro, o quarto, o mundo e o seu olhar. Mas não estou perdido, na minha mente tenho senso, cidade, abrigo, lar. E o que sinto... ah, deixapra lá.quarta-feira, 23 de abril de 2008
Labirinto
É a minha vida o labirinto em que me perco. Não há a vistas para o mar, nem mesmo janelas para vistas apreciar. Sou o calor que derrete o corpo, aquele que não encontra água para se refrescar. Mas por dentro gélido me converso, conservo, sem coração ou vontade de amar. Está tudo escuro, o quarto, o mundo e o seu olhar. Mas não estou perdido, na minha mente tenho senso, cidade, abrigo, lar. E o que sinto... ah, deixapra lá.
Postado por
Marcelo Melo
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01:44
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