terça-feira, 22 de abril de 2008

Poema dos és

Eu estaria errado encolhendo-me encostado. Emolduraria egoísta elevadas emoções. Estaria economizando exímios encontros e esquecendo esse esplendor essencial. Eu estive embrutecido, estacionado, estranho. Estava equivocado, estagnado e enfermo. Eram épocas escuras e enterrei esse escasso e estéril eu. Escapei. Esvai, evaporei. Entretanto eis então espontaneamente entre expressões e escritas, ela. Estalo estridente estimulante e envolvente; Estrela. Evocando êxito; Esperança. Eu estremecido, estupefato. Ela exótica, engraçada, excêntrica e exuberante. Entrelaçado entretenho-me enumerando entonações, exageros e evidências. Ela efetivamente enfeitiça, enobrece, edifica e ecoa. É elemento eleito elite; eixo. É eletricidade efervescente; efeito. É estado-maior; eclipse. Emenda emergente empírica e eminente. É encanto enérgico. Enfeita, ensina, enriquece e eu entendo. É equilíbrio. E eu em erupção enlouqueço. Entorpeço-me em essa escala, essa escada, esse esboço; escultura. Eu espero existir estratégia, estrutura e estatuto, esguio e específico. Estudar essa espécie é especular estimáveis estoques exacerbados e estupendos e, então, entender efusão. Ela é eloqüente e especial. É éden. É estranho estar entre extremos. Eu entendo e escolho empenhar-me. É...eu enfrento.

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