quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
Ininterrupto ciclo
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quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Ânimo
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quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Desajeitado
Curva aqui é apenas retorno. Na cidade reta, o reto é o coerente, simétrico e sitemático, e nós vamos em frente pra viver em paz.
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Qualidade de vida relativa
O que é qualidade de vida pra você?! É preservar-se ao máximo?! É chegar intacto aos noventa anos?! Tenho pensado um bocado sobre isso, e percebo que qualidade de vida é algo que depende muito da perspectiva de cada um. Por exemplo, estou no eterno dilema de ser fumante ou não ser. A depender da perspectiva de qualidade de vida, o ideal é que eu não fume para que minha saúde não seja debilitada. Porém, ainda não tenho certeza de que, para mim, qualidade de vida seja isso. Explico. Pode ser que para mim qualidade de vida seja mesmo viver a vida de forma intensa, aceitando minhas vontades, realizando meus desejos, como o de fumar. Não sei se, para mim, qualidade de vida seja chegar aos noventa anos intacto. Não sei se é qualidade de vida estar sóbrio e lúcido o suficiente para esperar a morte chegar, ficar na boa saúde regando minhas plantas, comendo minhas frutas, e sei lá, perceber que não fiz muita coisa do que gostaria de fazer. E será mesmo que isso é felicidade?! Sinto falta de usar o tempo pro novo, conhecer coisas novas. O que me der vontade. A qualidade de vida é algo muito relativo. Logicamente que, se eu assumo certa posição, tenho que assumir também suas conseqüências. Por exemplo, seu eu voltar a fumar, como até quero, terei de assumir minha sinusite. Ela é chata e talz, mas acho que vale pelos dias de chuva, frio, cerveja, sexo, depois do rango, rock em que eu acender um cigarro. Se eu assumir a outra perspectiva, não beberei, não fumarei, comerei saladas, frutas e viverei relativamente “bem”. O “bem” também é muito relativo, acho que o mais certo aí é o “viverei de forma saudável”. Cabe pensar se estar saudável é estar bem. Da mesma forma como nos cabe refletir se é possível viver de forma intensa hoje em dia sem maltratar a si mesmo. Afinal, esse mundo é cruel, neoliberal e só quer ver o oco mesmo. O sol faz mal, o ar que respiramos é poluído, os mares e os rios também. A camada de ozônio tá indo nessa, a violência aumenta, der repente você não fuma, mas morre do nada por causa de um bandido que quer tomar cachaça. Até o mais saudável é indiretamente afetado. O quanto isso pode ser relevante a nos fazer mudar certos hábitos?! E o corpo humano?! Quando envelhecemos tudo se desgasta, o tecido cerebral, os órgãos, tudo é, de uma forma natural, uma degradação. Um fim contado em anos. Bom, isso tudo pode ser só meu vício falando mais alto. Pode ser minha vontade fumar arranjando uma desculpa esfarrapada. Eu não quero induzir ninguém a virar um doidão, até porque acho que é tudo uma questão de equilíbrio. Cada um sendo o melhor pra si naquele instante. Agindo da sua forma. Hoje eu to sóbrio, chato e escrevendo demais. Mas a real é que eu não ligo pra nada disso. Acho que a cada momento da vida nossa forma de pensar muda. No momento, ano meio confuso em relação ao que seja qualidade de vida. Viver de forma intensa ou se preservar?! Preserva-se é viver intensamente?! Dá pra viver de forma intensa e se preservar?! Alguém me dá um cigarro preu pensar melhor?!
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segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Só o sol
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terça-feira, 6 de novembro de 2007
Uma pedra no caminho
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quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Falso real
Os sonhos que injeta não são reais. A procura por essa paz é a procura por uma paz que também não é real. Fomos conduzidos a nos acostumar, baixar a cabeça, nos adaptar. Habituados por um sistema de ilusão. O seu sorriso é falso, e não há felicidade entre o céu e o inferno. É tudo sempre a mesma podridão. Uma miséria disfarçada, você não entende?! A vida é mesmo só contradição. A sua mente foi lavada pela mentira contada no jornal e tudo mais que compra na televisão. Um sim que na verdade é não. Pra te afastar do que é único. Para fingirmos que tudo é bom. Um limite imposto, que barra você de tudo que realmente pode vir a ser. Uma ideologia para respirar. Uma realidade verdadeiramente falsa para se enganar.
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quarta-feira, 24 de outubro de 2007
E é isso aí
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quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Futuro
Saudade.
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segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Crítica a um comentário anônimo
Espero meus sentimentos dormirem me firmando no entendimento de que é desleal quem feliz critica uma dor. Como se sentisse o alheio, se faz mais alheio por não compreender que cada um tem sempre suas razões. Motivos... Assim, fortalece-se a tese de que algo real existirá, mas nem sempre de forma mais perpertuada. Quanto mais real uma relação, menos ela dura. E por isso os momentos são sempre gloriosos, mesmo tão breves. É sua determinação ali, em seu pouco tempo, definida e decidida. Porém, eu não quero, assim, achando isso, estipular o fim dos que ao meu lado sentem-se bem acreditando nisso. Eu apóio, me iludo e até crio uma certa esperança vazia. Oca. A única sensação real em que me apóio é o desejo de que venham a me contradizer espetacularmente. Sendo felizes. Até lá, ou não, o que sinto é o que eu sinto. Eu nunca pedi pra ninguêm entender. Nem mesmo eu. Afinal, é algo que considero sem entendimento. O amor, e tudo isso que nos faz sentir de forma anormal, por vezes bom, por vezes ruim. De toda forma, nem tudo que escrevo é sobre mim. As vezes é um pensamento criado a partir de um personagem de filme, outrora do que ouço de amigos, do que ouço e vejo por aí. Como pessoa eu acredito no amor. E é justamente por isso que escrevo sobre ele. Muitas vezes indagando o porque das coisas serem como são, outras vezes lamentando os caminhos porque passei, a vida que construi sobre ele. O que posso dizer é que tentarei, então, postar poemas mais felizes e alegres. Acreditem, algo bem mais difícil.
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segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Hipérbole da tristeza
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terça-feira, 2 de outubro de 2007
Ser humano
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quarta-feira, 26 de setembro de 2007
Não existe dor
O amor eterno não existe. Esqueçam isso. Assim como a vida, tudo tem início, meio e fim. E sendo assim, o amor que sentimos não é de verdade, porque amor de verdade seria aquele que duraria para sempre, que perpetuaria. As pessoas tem medo de aceitar a idéia porque se apoiam nisso como se fosse religião. Precisam ter no que acreditar, algo para correr atrás. E se falamos em ódio, todo mundo diz que temos que tirar do coração. Mas o ódio sim vai se mostrando um sentimento bem mais humano. Também com início, meio e fim. Enfim, o amor, o ódio, a vida, é tudo uma questão de tempo. Tudo se constrói e se desfaz no tempo e com o tempo. Tudo é tempo, principalmente o esquecimento. Esquecer é mesmo algo humano, como uma cura. E só aprendendo a esquecer apresentamos nossas caracerísticas humanas. Por isso, sem entender o tempo sempre acharemos que os "eu te amo" e os amores tem sido cada vez mais banalizados. Mas descobriremos, por meio do tempo, que é o seu sentido que vem sendo deslocado e banalizado. O amor é como uma pedra. É dura, e se jogada num lago afunda. Se deixada ao tempo, se defaz. Vira pó. Se tentarmos muito, fura. Não há crueldade nisso. É simples como uma data inventada. Até sua dor é falsa. Tudo porque somos humanos capazes de esquecer, seja pelo tempo que nos envelhece e nos corrói os tecidos cerebrais, ou seja pela simples vontade de querer esquecer. Ah, me dá um tempo. Eita, esqueci. Não preciso ganha-lo por que ele sempre vai estar aqui.
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segunda-feira, 24 de setembro de 2007
15 anos e uma tola noção sobre o amor
Construção. Nosso querer serão fortes paredes. Nossa sala de estar será de bem estar. Nosso quarto será sinônimo de descanso e não sonharemos mais porque os sonhos vão estar ali, acordados. Eu sei, serei o teto que vai te proteger da chuva e do frio. E você será minha janela, a vista mais desejada por alguêm. No porão guardaremos as coisas que não usamos mais, e os erros estarão lá, junto com o medo e o desconforto. Da cozinha os melhores sabores da vida vão expor o cheiro de alegria pelo ar, e do doce amor. No quintal teremos uma fábrica de lembranças. E na varanda o espaço necessário para cada um de nós sermos cada um de nós quando precisarmos de epaço para ser um só. E isso, mesmo sabendo que nunca seremos só um. Eu serei o mais feliz porque você será a mais feliz. E terei você em mim como um céu que amanhace dia após dia, e anoitece sempre querendo rever o sol de amanhã.
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sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Sexta-feira comum
Meus sentimentos vão se diluindo pela noite com cerveja e alcatrão. Me perco buscando sentidos, alterando humores, procurando alegria eum pouco de som. Algo de bom. Que me traga uma lembrança perdida da noite passada no dia seguinte. Esquecida entre a loucura e os gestos ousados de alguêm pouco ousado que muito pouco fez pra tentar ser feliz numa noite qualquer. De quem antecipou o sono só pra esquecer que é mesmo possível esquecer quem não se quer nunca deixar de lembrar. E lembrar do nome que permeia a mente, a festa, e quase todo lugar. Um nome com gosto de saudade que nunca vai chegar. Eu sei, um dia tudo vai mudar. Mas até lá, me desfaço nas noites e me refaço nos dias. Só pelo medo de arriscar perder toda essa agonia. Pela pouca coragem de buscar na tristeza o segredo da alegria, a segunda chance da vida. A paz.
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quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Normalidade
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terça-feira, 18 de setembro de 2007
Felicidade abandonada
Olha... é um mundo imprevisível e besta lá fora. Em todo lugar o que vemos são estórias. Em cada canto o pouco que nos sobra são frases de um autor que escreve sem sentido. Os nossos sonhos morrem primeiro, e se transformam em tudo aquilo que não têm textura, cor, cheiro, paz e forma. E dentro da'gente tudo fica trêmulo e esquisito, mas nada transborda. Não somos homens, mulheres, pais, mães ou pessoas idiotas. Somos personagens com o poder de decidir atravessar, ou não, à porta. Ao mesmo tempo somos fúteis, vazios e incapazes de decidir quando se ri ou quando se chora.
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segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Mais uma lição
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quinta-feira, 13 de setembro de 2007
E desesperado disse:
Saudade é alcançar com o coração o que não se pode tocar com a mão. É ter perto quem não está junto. É reter conosco o que não podemos possuir. É a dor da ausência. É a memória do coração. É a lembrança que gera um novo desejo. Quando inventaram a distância esqueceram que existia a saudade. Por isso, quando a saudade é demais não cabe no peito e escorre pelos olhos. E por mais que as vezes aceita, saudade nada tem a ver com o esquecimento. Será que não vê o que sinto?! não, não é saudade. É amor.
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quarta-feira, 12 de setembro de 2007
O amor impossível é o único amor real
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terça-feira, 11 de setembro de 2007
É pelo nada que lutamos
Porque tudo que é bom na vida é ilegal, imoral ou engorda.
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segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Aflito e só
Assim como a fumaça se desfaz o amor. Porém, há um resíduo que fica, um câncer que consome e destrói. Queremos ser livres estando perto um do outro, queremos paz e uma canção que lembre tempos de felicidade. Mas somos o inferno querendo um céu que nos abrace. E por mais clichê que pareça tudo vai voltar. E por mais insistente que seja, é triste esperar. Não quero respirar ares diferentes. Quero os mesmos sonhos incandescentes de antes. Não são fotos que restam, são lembranças guardadas em seu devido lugar. Coração. Volte ao seu lugar, humanos vivem a errar. Deixa-me entrar na sua vida para a minha não acabar.
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sexta-feira, 7 de setembro de 2007
Você é meu programa de tv favorito
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quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Minha vida no mercado
Às vezes sinto que minha vida é totalmente sua. Como se você a tivesse numa sacola e fizesse dela o que bem entender. Como se fosse comprado e quisesse ser vendido, ser seu produto, sua mercadoria. Seu.
- Boas compras, volte sempre.
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Consolo
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terça-feira, 4 de setembro de 2007
Guerra da vida
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Desponderado
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segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Os que lutam
-Poemas de Bertold Brecht.
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sábado, 1 de setembro de 2007
A vida triste da solidão
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quinta-feira, 30 de agosto de 2007
Confiança
A confiança é pra mim um pré-suposto de que não serei traído. Eu confio para ser feliz. Acredito que isso é um critério básico para uma relação. A confiança pressupõe a entrega, e só se entregando pode haver o amor. Mas veja bem, ter confiança não é ter certeza. Por isso confiar é estar "seguro" de que a pessoa confiada agirá no seu melhor interesse e que, se me ferir, será por boa razão. Quando se confia você cria a possibilidade que algo possa sair errado. Por isso eu confio mesmo é na integridade e nos princípios de alguém, não em suas ações ou como ela age. Nem sempre as coisas saem como o programado. Pessoas são diferentes e não há como supor que você ou eu agiríamos diferentes. Por existir confiança existe a possibilidade do fracasso, e ninguém é menos humano que ninguém.
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